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sexta-feira, 8 de maio de 2009

A VIDA NA ESCOLA E A ESCOLA DA VIDA



O livro “A Vida na Escola e a Escola da Vida” de Claudius Ceccon, Miguel Darcy de Oliveira & Rosiska Darcy de Oliveira já passou a tempos da sua 30ª edição e mesmo assim, continua cada vez mais atual... (infelizmente).

As escolas geralmente, não levam em consideração as diferenças culturais, dos alunos. Os alunos que vêem de classe média têm mais condições de saírem bem na escola, pois elas têm acesso a livros, revistas, internet, viajam sempre com suas famílias, conhecem muitos lugares.


Com isso esses alunos conseguem dispor de um conhecimento e vocabulário um amplo, o que torna fácil eles construírem um alicerce bem estruturado que irá lhe ajudar em sua vida futura.

Enquanto os alunos vindos de classes menos privilegiados, infelizmente não tem a mesma sorte. Pois quando chegam à escola já estão cansados, por que muitas já trabalharam muito naquele dia. Os deveres de casa, que a professora passou, trazem para a escola sem ser completados, por quê não tiveram tempo para faze-lo. Mesmo que sobre um tempinho seus familiares não conseguem auxiliar em sua tarefa, pois os pais muitas vezes não sabem ler. Até o próprio vocabulário que o aluno fala em sala não é aceito, que é o que ele aprendeu em seu lar, ele é criticado, corrigido pelo professor na frente de seus colegas, que geralmente riem dele, colocando apelidos.

Como isso o aluno acaba se calando, ficando mudo num canto da sala de aula sem participar, com medo com vergonha de ser criticado, por seus colegas, e até se tornar o palhaço da turma, então ele se cala.

O professor muito estudado, conhecer de um vasto conhecimento sobre vários assuntos, utiliza maneiras de falar que alguns os alunos não conseguem entender, por mais que o aluno se esforce eles acabam se sentido frustrados e decepcionados.

A escola poderia trabalhar de maneira que aproveitasse o conhecimento que esse aluno traz, de vida familiar e de seu trabalho, para enriquecer e estimular cada vez mais o interesse do aluno pela escola. O que o aluno traz de seu aprendizado da escola vida, não é levando em conta, não é aproveitado, é visto por todos como algo sem importância sem valor, e cada vez mais ele vem se sentido diminuído desprezado sem auto-estima.

A escola é sinônimo de ascensão social, mas geralmente só consegue um bom padrão de vida, os filhos da classe média, os menos privilegiados, muitas vezes precisam abandonar os estudos para trabalhar em tempo integral para ajudar a sua família.

A escola é um lugar que poderia ser algo que nos possibilitasse a voar, para um horizonte melhor é mais amplo, mas é preciso que a escola saiba atender as diferenças sociais individuais respeitando as raízes de cada aluno, pois temos muitos indivíduos que têm um grande potencial, basta a escola saber inserir e aproveitar essas diferenças.

Para que cada indivíduo, possa ter verdadeiramente uma chance, para que ele possa ter um concorrência honesta, na escalada pelas disputas de vagas na universidade e depois no mercado de trabalho. E não algo lindo e maravilho só no papel, mas de uma realidade concreta e justa. Precisamos lutar para que as escolas não sejam gaiolas. Porque as gaiolas nos impedem de voar em busca de nossos sonhos.

Os autores foram capazes de levantar com uma linguagem acessível e de forte apelo visual (o livro é totalmente ilustrado) situações diversas que estimulam a reflexão, levam à discussão e mostram que a educação brasileira necessita mudar com urgência, preocupando-se com a formação de cidadãos críticos e conscientes de seu papel na sociedade.

É uma leitura indispensável para as mais diversas áreas, afinal, para chegarmos ao Ensino Superior, passamos todos necessariamente pela Educação Básica.

FONTE
http://www.estantevirtual.com.br

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Fala sério ... vale a pena conferir!!!

Autora do sucesso Tudo Por um Pop Star , com 12 mil exemplares vendidos, Thalita Rebouças lança obra sobre a delicada relação mãe e filha adolescente.




Que ser mãe é padecer no paraíso a sabedoria popular já tratou de espalhar para todo o mundo. Mas... e quanto aos filhos? Será que não vivem lá o seu quinhão de martírio nessa relação?
Em Fala sério, mãe!, a autora Thalita Rebouças, com seu bom humor costumeiro, apresenta os dois lados da moeda. Ao longo do livro são descritas as queixas e alegrias da mãe coruja, e um tantinho estressada, Angela Cristina, em relação à filha primogênita Maria de Lourdes, a Malu, assim como as teimosias e o sentimento de opressão desta em função dos cuidados, muitas vezes excessivos, de sua genitora.
Fala Sério, Mãe! chega às livrarias em novembro e deve repetir o sucesso de Tudo Por um Pop Star.
Para retratar os dois pontos de vista, a autora lança mão do seguinte expediente: a primeira parte do livro, da gestação de Maria de Lourdes até seus 13 anos, é narrada pela mãe, que, então, passa a palavra à filha de uma forma bastante inteligente e sensível: "É a menina cedendo lugar não à mulher, mas a uma linda mocinha. A minha mocinha (...) que se orgulha de ter idéias e ideais, que me ensina muito, diariamente, e que se expressa com clareza e coerência através de gestos, atitudes e, principalmente, palavras. É, palavras. A partir de agora, tenho certeza, ela já pode falar por si própria."
Nesse momento entra em cena a segunda narradora, a própria Maria de Lourdes, contando, de acordo com sua ótica, a relação de amor e ódio com a figura materna. Sua narração se estende até o fim da história, quando ela está com 21 anos.
No livro são descritas as habituais, e saudáveis, discordâncias existentes entre mães e filhas. As discussões entre Maria de Lourdes e Angela Cristina, às vezes sérias, outras vezes engraçadas; às vezes importantes, outras vezes irrelevantes, todas, no entanto, regadas a amor, possibilitando-lhes crescimento e amizade.
E, para fechar (ou abrir?) com chave de ouro a obra, o texto da orelha traz as duas protagonistas apresentando o livro num diálogo divertidíssimo. Ali elas dão uma palhinha do que vai ser a história: o relato da convivência, por vezes selvagem, entre criadora e criatura.



Como será que a Maria de Lourdes, ou, Malu, se relacionou com seus professores do colégio, da academia, do curso de inglês, de shiatsu, teatro, os particulares, os gatos, os durões, os que amavam ser durões, os amigos, o meio doido, o que não ria, o que não perdoava cola. Chegou a hora de revirarmos juntos o baú da trajetória da moça como aluna, narrada em crônicas pra lá de bem-humoradas que acompanham sua vida dos 3 aos 22 anos.
É ela mesma, a Malu, a filha da Angela Cristina, aquela que nos mostrou sua divertida e conflituosa relação com a figura materna em Fala sério, mãe! Mas a mãe não foi a única responsável pela tarefa de educá-la. E nem a única com quem ela teve conflitos enquanto crescia. Com alegria e bom humor, marcas registradas da autora, o livro promete boas gargalhadas e momentos da mais pura diversão.
- Tudo por um pop star, Tudo por um namorado e Fala sério, mãe!, os outros livros de Thalita Rebouças, continuam fazendo muito sucesso.
- A autora é adorada por seu público e mantém um site (www.thalita.com ) para se comunicar diretamente com todos que a procuram.
- Faz questão de passar a mensagem ?ler é bacana?.
- Escreve de um jeito bem peculiar e sobre temas atuais que costumam prender bastante a atenção principalmente das meninas.

Leiam e se divirtam com esses bem humorados livros escrito para todos nós...Fala sério!!!

Confira a lista de publicações da autora:
http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&raiz=3482&kw=thalita+rebou%E7as

FONTE:http://www.thalita.com.br

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

FLIPORTO - FEIRA LITERÁRIA INTERNACIONAL



FLIPORTO - PORTO DE GALINHAS, Ipojuca, PE · 06/11 a 09/11












O Brasil literário estava distanciado do resto da América Latina, acredito que a FLIPORTO contribuiu para uma reaproximação. De uma maneira quase informal, possibilitamos uma aproximação entre os escritores com o público que participou ativamente dos painéis. Sempre buscando a troca de experiências, a curadoria organizou os painéis mesclando escritores brasileiros com estrangeiros para ressaltar a diversidade e estimular a troca de experiências. Se as duas versões iniciais da FLIPORTO colocaram a cidade de Porto de Galinhas no calendário cultural do Estado de Pernambuco, a terceira lhe deu um destaque entre os encontros literários nacionais e internacionais.
A partir de uma conjugação de lastro acadêmico atualizado com a vitalidade da presença do autor e do livro, em painéis estruturados conforme motivações estéticas e ideológicas, foi construída uma plataforma leve, ágil, mas consistente e profunda, no trato da literatura. Um formato de evento especial que retrata a experiência intercultural e a partir dela fez evoluir as exposições e debates, palestras, recitais, entrevistas e leituras.
Curiosas oficinas literárias, como a de poesia quéchua pelo peruano Odi Gonzales, chamaram a atenção do público para culturas ancestrais da América Latina, mostrando como a cultura maia, por exemplo, antecipou, em muitos séculos, a linguagem cifrada dos modernos computadores.
Na praia de Porto de Galinhas, antigo porto de escravos, nos dias 06 a 09 de novembro, dar-se-á o encontro/reencontro das etnias: escritores de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, debatendo temas de interesse comum com escritores brasileiros, hispano-americanos, autores portugueses e espanhóis estudiosos do pós-colonialismo, teóricos fundamentais contemporâneos dos estudos inter-étnicos e culturais. E dar-se-á a travessia do Atlântico, mas no sentido inverso ao dos navios negreiros que trouxeram ao nosso continente mais de 9 milhões de escravos, a partir dos primeiros anos do século XVI.
Aos 120 anos da Abolição, celebraremos o significado da África no Brasil e na América Latina, nós, afro-brasileiros, afro-latinos, latino-americanos a congregar os vários desdobramentos da diáspora africana nestes tempos pós-coloniais. Conscientes de suas vastas raízes, sabedores que os próprios iberos colonizadores já traziam dentro de si o sangue norte-africano, após oito séculos em que eles dominaram a península.



















A FLIPORTO acontece de forma descentralizada, com programações literária, social, infantil e gastronômica. Este ano, a festa amplia o leque de opções para os participantes ao incluir um circuito turístico-cultural e um circuito de artes visuais, com exposições de artes plásticas e de fotografia.

Quem estiver à distância, poderá acompanhar as discussões através de uma TV e Rádio ao vivo através da Internet. Tudo dentro da perspectiva característica da FLIPORTO, que não vê a literatura como mero entretenimento, mas como fator educacional de formação humanística, de equilíbrio existencial por meio da imaginação, como parte arquetípica e ancestral da cultura, como princípio ético/estético a preencher o vazio e fortalecer no homem a coragem, a resistência, o gosto da beleza, a busca de si mesmo, a solidariedade e a alegria de, através do texto literário, comemorar o sonho e a magia de estar vivo, por entre a injustiça, o sofrimento e o absurdo.

ANTÔNIO CAMPOS

Fonte:
http://www.overmundo.com.br/

Prestigiando a FLIPORTO 2008
Hotel Armação do Porto - 9 de novembro


9h – Homenagem ao Centenário de Machado de AssisPalestra : Antonio Carlos Secchin (ABL)Apresentação : Aleilton Fonseca(Bahia/Ufba)

















10h - Diálogos para não esquecerJosé Eduardo Agualusa (Angola)conversa com Luis Carlos Patraquim(Moçambique)Pepetela(Angola) conversa com Marcelino dos Santos(Moçambique)
Apresentação: Patrick Chabal
















12h30 - AULA SHOW -José Miguel Wisnik (SP – Brasil)e Arthur Nestrovski (SP/Brasil)Apresentação: Antônio Campos




















13h - SESSÃO DE ENCERRAMENTO
Solenidade de entrega dos Prêmios Literatura no Celular e Poesia ao Vídeo
Palavra do Curador Geral da Fliporto Antônio Campos


FLIPORTO DIGITAL


















A Fliporto Digital, instalada no Hotel Armação, reúne um conjunto de mídias uilizadas para divulgação da arte especialmente a Arte Literária no meio digital, democratizando a acessibilidade do público à produção de escritores consagrados ou jovens iniciantes. Seu gestor, o escritor Antônio Campos, acreditando que "O livro é uma forma de resistência e reexistência numa globalização que só trouxe mais exclusão social" tornou-se um incansável pesquisador de novas ferramentas e plataformas digitais para difusão da Arte Literária, valorização do escritor e conquista de novos leitores. Tv latinoamérica.

Este ano, a quarta versão da FLIPORTO disponibilizará para a grande teia, em tempo real, a transmissão de suas atividades artístico-literárias, através da Tvlatinoamérica. Além disso, serão exibidos, durante o evento, vídeos culturais e vídeo-poemas.
Nos sites www.fliporto.net e www.tvlat.tv estarão disponilizados, respectivamente, a programação e o acesso à transmissão ao vivo.Ebooks Fliporto.




Projeto inovador, o "Ebooks Fliporto" disponibiliza livros impressos em formato digital, os comumente chamados de E-books (livros eletrônicos). O projeto tomará outros rumos que serão amadurecidos no próximo ano com a aplicação de tecnologias inovadoras que, sem dúvida, irão surpreender a muitos ainda céticos quanto à difusão da literatura no meio digital. Um projeto, já em estudo, prevê uma área para compra desses livros online e impressão por demanda, ou seja, cada pessoa poderá ter a versão impressa de seu livro digital adquirido.Neste primeiro formato "beta" os escritores e amantes da literatura que têm intenção em publicar, já podem se cadastrar no site: http://www.ebooksfliporto.com/.

2º Prêmio Internacional Poesia ao Vídeo

O Prêmio Internacional Poesia ao Vídeo tem a finalidade de estimular a produção, leitura e interpretação de poemas e a divulgação da Arte Poética e seus escritores. O sucesso da edição anteriror fez com que a Curadoria da Fliporto 2008 promovesse esta sua nova edição, agora com a inserção de um júri popular que teve acesso aos vídeos selecionados na primeira etapa da iniciativa através do endereço http://blog.fliporto.net/ E do canal da Fliporto no Youtube.

O número de inscrições excedeu as expectativas e, em quatro dias de votação on line, os canais virtuais disponíveis contabilizaram 112 acessos simultâneos às suas páginas e uma média de 16 mil visitantes.

Os três primeiros lugares serão premiados com 3, 2 e 1 mil reais, respectivamente, com direito a passagens e hospedagem para os quatro dias da Fliporto.

As dez edições selecionadas serão disponibilizadas em DVD e divulgadas no site http://www.fliporto.net/ .


1º Prêmio Nacional Literatura no Celular
Com caráter absolutamente inovador o 1º Prêmio Nacional Literatura no Celular procura acompanhar as novas tendências mundiais de veiculação da Literatura e, no Brasil, é absolutamente inédito. Tecnologia de ponta e inovação ratificam o caráter experimental desta primeira versão que contou com a parceira da Golmobile.

No endereço http://www.fliporto.golmobile.com.br/ estão disponibilizados os textos concorrentes que sofreram uma seleção prévia. Os 10 textos selecionados estarão disponibilizados em página especial no site da Fliporto 2008 www.fliporto.net . Procurando alcançar os avanços constantes da tecnologia digital, planeja-se uma versão com recursos mais inovadores no próximo ano. A premiação consiste em 6 mil reais distribuídos entre os três primeiros lugares.

Poética XXI

A revista Poética XXI pretender atualizar os amantes da poesia com os mais recentes acontecimentos do gênero na WEB. E também estará disponível no estande Fliporto Digital.